sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Lixo No Brasil

Atualmente, vivemos num ambiente onde a natureza é profundamente agredida. Toneladas de matérias-prima, provenientes dos mais diferentes lugares do planeta, são industrializadas e consumidas gerando rejeitos e resíduos, que são comumente chamados lixo. Seria isto lixo mesmo? Lixo é basicamente todo e qualquer material descartado, proveniente das atividades humanas. É importante lembrar que o lixo gerado pelo homem é apenas uma pequena parte da montanha gerada todos os dias, composta pelos resíduos de outros setores. Os diferentes tipos de lixo se classificam de acordo com sua origem:
- dos espaços públicos: como ruas e praças, o chamado 'lixo de varrição', com folhas, terras, entulhos.
- dos estabelecimentos comerciais: com restos de comida, embalagens, vidros, latas, papéis.
- das casas: com papéis, embalagens plásticas, vidros, latas, restos de alimentos, rejeitos.
- das fábricas: com rejeitos sólidos e líquidos. É de composição variada, que depende dos materiais e processos usados.
- dos hospitais, farmácias e casas de saúde: um tipo especial de lixo, contendo agulhas, seringas, curativos; o chamado "lixo patogênico", o que produz inúmeras doenças.
Como se percebe, em todo o lugar sai lixo. E se a este for dado um destino final inadequado?

Destino do lixo no Brasil

Coleta seletiva br. ou Recolha selectiva pt. é o termo utilizado para o recolhimento dos materiais que são passíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. Dentre estes materiais recicláveis podemos citar os diversos tipos de papéis, plásticos, metais e vidros.

A separação na fonte evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado destes e diminuindo os custos de reciclagem.

Para iniciar um processo de coleta seletiva é preciso avaliar, quantitativamente e qualitativamente, o perfil dos resíduos sólidos gerados em determinado município ou localidade, a fim de estruturar melhor o processo de coleta.

Após a coleta seletiva recolher o lixo, ele vai para centros de reciclagem ou vai para os lixoes e aterros sanitários.

Aquecimento Global

Alocução aquecimento global refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que se tem verificado nas décadas mais recentes e à possibilidade da sua continuação durante o corrente século.

Se este aumento se deve a causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) ainda é objeto de muitos debates entre os cientistas, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a ação humana realmente está influenciando na ocorrência do fenômeno. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988, no seu relatório mais recente[1] diz que grande parte do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento do efeito estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases estufa de origem antropogênica (incluindo, para além do aumento de gases estufa, outras alterações como, por exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição).

Fenômenos naturais tais como variação solar combinados com vulcões provavelmente levaram a um leve efeito de aquecimento de épocas pré-industriais até 1950, mas um efeito de resfriamento a partir dessa data. Essas conclusões básicas foram endorsadas por pelo menos 30 sociedades e comunidades científicas, incluindo todas as academias científicas nacionais dos principais países industrializados. A Associação Americana de Geologistas de Petróleo, e alguns poucos cientistas individuais não concordam em partes.




Desenvolvimento Sustentável

Desenvolvimento Sustentável, segundo a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD) da Organização das Nações Unidas, é aquele que atende às necessidades presentes sem comprometer a possibilidade de que as gerações futuras satisfaçam as suas próprias necessidades.
A idéia deriva inicialmente do Relatório elaborado pelo MIT para o chamado Clube de Roma, fundado por Aurelio Peccei, intitulado Os Limites do Crescimento e, posteriormente, do conceito de ecodesenvolvimento, proposto em 1970 por Maurice Strong e Ignacy Sachs, durante a Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Estocolmo, 1972), a qual deu origem ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA.
O conceito foi definitivamente incorporado como um princípio, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Cúpula da Terra de 1992 - Eco-92, no Rio de Janeiro. O Desenvolvimento Sustentável busca o equilíbrio entre proteção ambiental e desenvolvimento econômico e serviu como base para a formulação da Agenda 21, com a qual mais de 170 países se comprometeram, por ocasião da Conferência. Trata-se de um abrangente conjunto de metas para a criação de um mundo, enfim, equilibrado.
A Declaração de Política de 2002 da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em Joanesburgo, afirma que o Desenvolvimento Sustentável é construído sobre “três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores” — desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental. Esse paradigma reconhece a complexidade e o interrelacionamento de questões críticas como pobreza, desperdício, degradação ambiental, decadência urbana, crescimento populacional, igualdade de gêneros, saúde, conflito e violência aos direitos humanos

Protocolo de Montreal

O Protocolo de Montreal sobre substâncias que empobrecem a camada de ozônio é um tratado internacional em que os países signatários se comprometem a substituir as substâncias que se demonstrou estarem reagindo com o ozônio (O3) na parte superior da estratosfera (conhecida como ozonosfera). O tratado esteve aberto para adesões a partir de 16 de Setembro de 1987 e entrou em vigor em 1 de Janeiro de 1989. Foi revisado em 1990, 1992, 1995, 1997 e 1999. Devido à grande adesão mundial, Kofi Annan disse sobre ele: "Talvez seja o mais bem sucedido acordo internacional de todos os tempos..."

Em comemoração, a ONU declarou a data de 16 de Setembro como o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.

O Protocolo de Quioto

Constitui-se no protocolo de um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que provocam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa antropogênicas do aquecimento global.

Discutido e negociado em Quioto no Japão em 1997, foi aberto para assinaturas em 16 de março de 1998 e ratificado em 15 de março de 1999. Sendo que para este entrar em vigor precisou que 55% dos países, que juntos, produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004.

Por ele se propõe um calendário pelo qual os países-membros (principalmente os desenvolvidos) têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e 2012, também chamado de primeiro período de compromisso (para muitos países, como os membros da UE, isso corresponde a 15% abaixo das emissões esperadas para 2008).

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Música Terra Planeta Água

Planeta Água Composição / Guilherme Arantes


Água que nasce na fonteSerena do mundoE que abre umProfundo grotãoÁgua que faz inocenteRiacho e deságuaNa corrente do ribeirão...Águas escuras dos riosQue levamA fertilidade ao sertãoÁguas que banham aldeiasE matam a sede da população...Águas que caem das pedrasNo véu das cascatasRonco de trovãoE depois dormem tranqüilasNo leito dos lagosNo leito dos lagos...Água dos igarapésOnde Iara, a mãe d'águaÉ misteriosa cançãoÁgua que o sol evaporaPro céu vai emboraVirar nuvens de algodão...Gotas de água da chuvaAlegre arco-írisSobre a plantaçãoGotas de água da chuvaTão tristes, são lágrimasNa inundação...Águas que movem moinhosSão as mesmas águasQue encharcam o chãoE sempre voltam humildesPro fundo da terraPro fundo da terra...Terra! Planeta ÁguaTerra! Planeta ÁguaTerra! Planeta Água...(2x)Água que nasce na fonteSerena do mundoE que abre umProfundo grotãoÁgua que faz inocenteRiacho e deságuaNa corrente do ribeirão...Águas escuras dos riosQue levam a fertilidade ao sertãoÁguas que banham aldeiasE matam a sede da população...Águas que movem moinhosSão as mesmas águasQue encharcam o chãoE sempre voltam humildesPro fundo da terraPro fundo da terra...
Terra! Planeta ÁguaTerra! Planeta ÁguaTerra! Planeta Água...(2x)

Pará é o campeão de desmatamento em junho

Apesar da divergência entre os índices dos dois principais institutos que medem o desmatamento da Amazônia, devastação da Amazônia ainda é alta
Os dois principais institutos que monitoram o desmatamento na Amazônia divulgaram hoje os números do desmatamento. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), houve queda de 20% no desmatamento em junho. Já o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) detectou crescimento de 23% na área desmatada.
Apesar da divergência entre os números, os dois institutos apontaram o estado do Pará como campeão de desmatamento: segundo o Imazon, 63% de todo o desmatamento ocorreu no estado. O Inpe identificou 499 km² de áreas desmatadas no Pará, representando um aumento de 91% do que foi detectado no mês passado.
Deter Para monitorar o desmatamento, o Inpe utiliza o sistema Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que a partir de imagens de satélites detecta os cortes rasos, que é o processo de remoção total da cobertura florestal em curto intervalo de tempo, e a degradação florestal progressiva, que é o processo no qual a floresta vai sendo destruída aos poucos.
De acordo com o Deter, 870 km² foram desmatados no mês de junho, 20% a menos do que em maio. O Mato Grosso foi o segundo estado que mais desmatou, com 197,2 km2 detectados, e depois aparecem com expressividade o Amazonas (78,4 km2), Rondônia (47,2 km2) e Maranhão (42,6 km2). Segundo o Inpe, 28% da Amazônia Legal estava coberta por nuvens, principalmente no norte da Amazônia, dificultando o monitoramento nos estados de Roraima e Amapá, cujas nuvens cobriam 97% do território.
O Inpe também apresenta um relatório com avaliação e qualificação dos dados do Deter. De acordo com esse relatório, 92% dos alertas detectados pelo Deter foram confirmados como desmatamento, sendo 66,7% por corte raso.